A palavra-chave é PARTICIPAÇÃO! – Aeroporto

No dia 27/11 trabalhamos nosso caderno temático sobre a Cultura das Águas. Dividimos em equipes para que todos pudessem participar e contribuir com seus pontos de vista. O resultado? Uma aula incrível onde todos os participantes se apresentaram empoderados e bastante empolgados para o dia seguinte, onde nós iremos começar nossas visitas!

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Estudando as origens – Aeroporto/Tarde

O segundo dia de oficina foi bem mais descontraído, com a turma mais disposta e interagindo entre si. Começamos a questionar o que é Patrimônio cultural e suas categorias de maneira dinâmica e proveitosa. Criamos um vínculo maior de confiança para podermos trabalhar em equipe. Através dos vídeos, podemos identificar, refletindo sobre nossas origens e o que importante para nós no nosso bairro, nossa rua, nossa casa e nossa vida.

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Já começaram as boas histórias – Aeroporto/Manhã

O segundo dia de oficinas no bairro do aeroporto começou trazendo a história e as raízes de cada participante por meio da árvore genealógica e suas trajetórias de vida. O mais marcante foi reconhecer que a a própria escola Jenny Gomes, que está acolhendo as oficinas também guarda muitas histórias e lendas para serem conhecidas durante essa semana!

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Um pouco mais das lembranças do bairro Mondubim – Tarde

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A tarde foi marcada por muita interação. Desde o momento da entrada dos alunos já conseguimos perceber o quanto eles estão em sintonia; Com a dinâmica da contação de histórias pudemos ouvir diversas faces de uma história, o que rendeu muitas gargalhadas a turma.

Hoje foi dado um dos passos mais importantes para o início da pesquisa, a divisão das tarefas por equipe o que fará que nosso trabalho flua amanhã. Alguns dos patrimônios que antes eles diziam não existir, hoje foram listados.

Mapeando Mondubim – manhã

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A ansiedade em si só aumentou durante o nosso terceiro dia de oficina. A dinâmica de memorização foi muito divertida, pois os alunos já estavam bastante entrosados facilitando os conteúdos que foram distribuídos entre eles.

A responsabilidade e os cuidados durante o planejamento da aula de amanhã era imenso. O primeiro contato com os equipamentos foi surpreendente, pois já desenvolveram com êxito os manuseamentos dos materiais de mídias (câmera, filmadora e gravadores). A simulação das entrevistas foi muito proveitosa, os alunos não deixaram escapar e logo convocaram o motorista e a coordenadora da escola para fazerem os primeiros testes. O dia todo se encontrara saltitando diante a tantas novidades.

Escola de Samba Acadêmicos do Bairro Dom Expedito

Ainda no bairro, foi a vez de irmos a casa de Antônio Loureto de Sousa , 50 anos, mais conhecido como Marciano o presidente do GRES Acadêmicos do Dom Expedito. Ele nos conta como tudo começou há quatorze anos e que um dos objetivos é inserir a juventude e tirar da ociosidade das ruas. No primeiro ano de carnaval ele ficaram em último lugar mas logo no ano seguinte foi vice campeã do carnaval sobralense.Hoje são cinco títulos e três vice campeonatos.São oferecidos cursos de percussão pra os jovens do bairro, e até membros do carnaval do Rio de Janeiro como da Unidos da Tijuca vieram prestigiar.

Seu Marciano nos conta que recentemente sofreu o acidente que prejudicou a fala, mas isso foi quase que impercepitivel tal a beleza e a importância e paixão com que ele fala da escola para seu bairro.

Aeroporto – Primeiros contatos!

A aula do primeiro dia começou tranquila, uma turma quieta e calada de início, mas depois de uma conversa e das devidas apresentações, das leituras dos textos, os debates começaram a surgir, cada um expondo sua opinião sobre a diversidade cultural e defendendo seu ponto de vista. Uma aula prazerosa e dinâmica, trocando conhecimento e experiência!

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