Fermentando melhores dias

Sr. Cícero, Sr. Bernardo e o Sr. José Maciel foram companheiros durante grande parte das visitas desse dia. Encerramos nosso itinerário de visitas num lugar não menos significativo que a  Associação dos kanindé. Ali tivemos a oportunidade de ouvir mais sobre a Festa do Mungunzá como um banquete em celebração à alegria de se ter o alimento posto à mesa e até mesmo sobre habilidades de caça.

 

Ouvimos ainda a fala de Helenilson, filho de Sr. Cícero, jovem historiador e diretor da Escola Indígena que reforçou o pensamento de que a juventude kanindé atual, em sua opinião, precisa incluir em sua identificação como indígena a busca pelo conhecimento, pela conexão com as novas demandas e tecnologias desenvolvidas pela modernidade. Destacou o acesso a uma universidade pública como um direito pelo qual esses jovens precisam lutar e garantir. Em seguida, veio o alimento. O mungunzá estava uma delícia!

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