Caixa de Memórias Granja Lisboa

Depois de uma semana chega ao fim a oficina da Granja Lisboa, com lembranças boas e histórias comoventes da Granja lisboa, que aqui são demonstradas através de caixas de memórias, trazidas pelos alunos do Patrimônio para Todos.

Cemitério do Grande Bom Jardim

Iniciamos o dia de hoje com uma visita ao Cemitério do Bom Jardim. Lugar de rituais, os cemitérios são por essência locais cheios de significados.

Com cerca de 65 mil sepultados, quase a capacidade total do cemitério, os ossuários são individualizados e identificados com uma placa padronizada, contendo o nome e as datas de nascimento e falecimento. Há 16 anos este lugar guarda a memória de dezenas de milhares de famílas de todos os cantos de Fortaleza e das cidades vizinhas. Durante a pesquisa um dado curioso, o Cemitério recebe corpos de pessoas não identificadas pelo Instituto Médico Legal (IML), que não seriam acolhidas em cemitérios particulares. Os cemitérios da cidades refletem suas sociedades. Assim como o bairro, marcado pela violência e pela pobreza, o Cemitério do Bom Jardim também é marcado por guardar a memória das populações mais pobres da cidade.

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A Feira é Livre Mesmo

Fomos conferir o que a feira tem de melhor para a comunidade pois ela não é só para os moradores irem comprar o que estão precisando mas também um lugar de entretenimento,já que, os amigos se encontram e se cumprimentam fazendo da feira um ponto de encontro do seu cotidiano para também jogarem conversa fora e saberem como está a vida fortificando os laços de amizade e companheirismo.

 

A Memória Viva e Presente Na Granja Lisboa

Dona Raimunda é um dos moradores detentores da história da comunidade, onde o seu diferencial é que ainda hoje tem um patrimônio em sua residência desde quando chegou na Granja Lisboa que é uma cacimba onde serviu para os primeiros moradores, pois na comunidade logo quando ela chegou não existia água encanada e as cacimbas que existiam os donos não deixavam ninguém pegar água por isso ela resolveu cavar uma para nunca mais ter que pedir água á ninguém e servir a quem precisasse pois para ela negar água é um ato de muita crueldade principalmente naquela situação por isso nunca negou a ninguém pois sabia que era a única opção da comunidade e esse ato perpetua até hoje pois um dia ela precisou de água e alguém não lhe deu e hoje ela abre as portas de sua casa para dar água para a comunidade e principalmente para quem um dia lhe negou poi isso foi considerada pela turma do patrimônio para todos como uma guardiã da memória.



Igreja Santa Cecília

A visita feita neste lugar registrado como rituais e festas religiosas fez com que os alunos reconhecessem o papel fundamental da igreja na comunidade, que é de transmitir a palavra de Deus principalmente para a juventude pois ela conscientizada de sua importância para a religiosidade futuramente será quem irá tomar á frente na conscientização das próximas gerações , já que, a igreja nasceu da necessidade da reunião dos fiéis onde os próprios moradores quem a construíram.

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Afoxé Filhos de Oyá

Quando entramos na casa dos Filhos de Oyá observamos tudo. Nas paredes haviam chapéus de época de vários estilos, cores e imagens de Santos. Assim conhecemos Mãe Taquinha. Logo falou da origem de seu apelido, por ter nascido de sete meses e ser tão pequena o pai colocou seu apelido de Taquinha.

Afoxé Filhos de Oyá é uma cultura religiosa do bairro. Através do Afoxé esse grupo faz um resgate à cultura e assim vai sendo conhecido por seu trabalho com crianças e adolescentes. Os religiosos do Afoxé são bem unidos quando vão para a avenida fazer manifestações culturais.

Para os moradores, os Filhos de Oyá são importantes por que ajudam muito a comunidade.

Relato feito por José Fabrício Duarte Barbosa(Aluno do Projeto Patrimônio Para Todos)

Apresentação dos Filhos de Oyá

Confira a apresentação de Mãe Taquinha, mostrando um pouco da música do Afoxé Filhos de Oyá…